Ela deixava o tempo passar, deixava os amores entrarem e dormia, sonhava , dormia pra sonhar com ele, leve e livre amor. Ela ria sem motivo ao certo, apenas ria pra face embelezar e lacrimejar a beirada dos olhos, ela regava a alma com felicidade. Ela achava que a infância era eterna, que brincar de roda era que nem poesia, girar e rir, girar e rir... Ah menina, ela vivia como se tudo fosse eterno. E quem disse que não era?