Uma novela Mexicana
Eu não procuro entender o amor, eu procuro SENTIR, COMER, CHEIRAR, VIVER, TOCAR, OUVIR, GUARDAR, TRANSMITIR, FALAR, ABRAÇAR...
Sempre me doou demais, sempre me jogo demais, antes sofria demais e de um tempo pra cá eu tenho aproveitado demais. O amor pode doer, mas não é dor de morrer... é dor fininha que acompanha um sorrisinho no canto da boca, no canto dos olhos no conto da vida. Amor quando dói é misturado com Saudades, com lembrança do que foi ou do que poderia ser, mas não é dor de morte, amor acima de tudo é sinal de VIDA, é coração pulsante e alma ativa, é resposta da mente através do corpo, ou do corpo através da mente, enfim, quando se ama , ou melhor quando se tem amor ele ocupa todos os espaços e transborda quando mistura com felicidade ou acidifica quando mistura com a bendita da saudade. Eu tenho amado mais, tenho sentido mais, e quando acidifica?
Ah eu libero nas lágrimas e acompanho com o sorrisinho de canto pra deixar o gole mais leve.
Essa semana escutei: ''Você despeja sentimentos demais nele''
Pensei, pensei... realmente despejo o balde todo, sempre quando transborda lembro dele e quando acidifica também, eu não exito, despejo tudo e digo que amo!
Amar não é pra poucos, é pro mundo todo, mas poucos ganham um despejo de balde!
Eu gosto disso, dessa mistura, dessa roedeira toda kkk, enfim, eu gosto de gostar das pessoas e de contar essas historinhas de amor, ou melhor, das minhas historinhas de amor.
Eu grudo mesmo.
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